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Shirlaine Paduin

Mestra em Educação, psicopedagoga, psicanalista infantojuvenil, coach familiar e Mãe de três filhos.

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SHIRLAINE PADUIN é Mestra em Educação, psicopedagoga, psicanalista infantojuvenil, coach familiar e empresária na área da Educação há mais de 40 anos. Unindo sólida formação acadêmica à experiência prática diária, construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com o desenvolvimento emocional de crianças, adolescentes e famílias.​

Unindo conhecimento técnico a uma sensibilidade genuína, tem ajudado mães a enfrentarem conflitos familiares que vão desde birras persistentes e dificuldades de comportamento até situações mais delicadas, como envolvimento com drogas, crises emocionais e o crescente sofrimento psíquico entre crianças e adolescentes, incluindo quadros de ansiedade e depressão.

​​Mãe de três filhos ❤ ❤ ❤

Marina, Mariane e Antônio

CONHECE NA PRÁTICA a Realidade de Mãe.

 

Essa vivência, somada à sua experiência acadêmica e profissional, fortalece sua missão de apoiar mães a recuperarem a autoridade, reorganizarem a dinâmica familiar e conquistarem equilíbrio, porque educar é viver a vida real — e ninguém precisa atravessar essa jornada sozinha.

Você chegou até aqui e eu posso te ajudar a ir além...
Aguardo seu contato!
Realidade de Mãe | Shirlaine Paduin
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"Sempre fui muito dedicada à minha família. Gostava de estudar, de aprender, de me preparar para o futuro. Meus pais eram rígidos, exigentes, e isso moldou em mim uma postura responsável e determinada. Nunca fui de muitos amigos. Aos 16 anos comecei um namoro que se transformou em uma longa história: foram 23 anos de relacionamento, três filhos e a construção de uma empresa na área da educação ao lado do meu marido. Tínhamos uma vida que, vista de fora, parecia absolutamente normal.

Até que tudo mudou.

Com meus filhos ainda pequenos, vivi o que, naquele momento, parecia o maior desastre da minha vida: A SEPARAÇÃO. O chão desapareceu. Eu me sentia perdida, insegura, sem saber por onde recomeçar. Meu filho mais novo tinha apenas três anos. Eu não tinha tempo para desmoronar — eles precisavam de mim.

Arranquei forças de onde não sabia que existiam. Buscava nos meus filhos a motivação para levantar todos os dias e reconstruir, pouco a pouco, a minha rotina, o meu trabalho, a minha identidade.

 

E quando eu ainda tentava entender aquela nova realidade, fui atingida por mais um golpe. Minha mãe, meu porto seguro, adoeceu. Após um DERRAME já não era mais a mesma. Foi ali que eu realmente me vi no fundo do poço. Perdi o chão como filha, como mulher, como mãe.

 

Eu me lembro de desejar que o tempo passasse rápido. Mas o tempo parecia caminhar lentamente, quase cruelmente devagar.

 

Por muito tempo, acreditei que precisava enfrentar tudo sozinha. Achava que pedir ajuda era sinal de fraqueza. Hoje sei que estava errada. Mas foi dentro dessa solidão que comecei, lentamente, a me reconstruir. Retomei meu trabalho. Reorganizei meus projetos. Reaprendi a viver. Aprendi errando. Aprendi estudando. Aprendi sofrendo.

 

Descobri que nem tudo estava perdido. Que novos sonhos podem nascer mesmo depois de grandes rupturas. Que o novo precisa de tempo para amadurecer.

 

Toda separação é dolorosa. Todo conflito familiar deixa marcas. Mas também aprendi algo fundamental: casais se separam, filhos não. E cabe aos adultos preservar as crianças de sofrimentos desnecessários.

A vida não para. Cada fase dos nossos filhos traz novos desafios, novos conflitos, novas inseguranças. É a vida real — o que eu chamo de Realidade de Mãe. E, na maioria das vezes, é para a mãe que os filhos correm quando se sentem ameaçados ou inseguros.

Hoje, mesmo depois daquele período de dor e reconstrução, eu me considero vitoriosa. Não por não ter sofrido — mas por ter atravessado. Tenho um excelente relacionamento com meu ex-marido. Nossa empresa sobreviveu à separação e segue forte no mercado há mais de 36 anos. Somos melhores amigos do que fomos como cônjuges. E, principalmente, nossos filhos têm o apoio e a presença de ambos os pais.

 

Nada foi fácil. Mas foi possível.

E é por isso que hoje me sinto segura para ajudar outras mães. Eu não falo apenas da teoria. Falo da experiência. Falo da dor. Falo da reconstrução. Falo de quem caiu e levantou.

Ninguém precisa enfrentar tudo sozinho. É uma honra transformar minha história, minha formação acadêmica e meus 40 anos de atuação na educação em uma missão clara: AJUDAR FAMÍLIAS A ATRAVESSAREM MOMENTOS DIFÍCEIS COM MAIS EQUILÍBRIO, CONSCIÊNCIA E MENOS TRAUMAS.

 

Eu sobrevivi. Eu aprendi e estou aqui para caminhar com você.

 

Se precisar, conte comigo.

Shirlaine

Realidade de Mãe | Logo Borboleta

O que só eles podem dizer sobre ela...

eu e filha mais velha

"Não posso falar da minha mãe, sem falar de sonhos, pois foi com ela que descobri que todos são possíveis de realizar se houver apoio da família. 

Quando eu tinha 14, 15 anos, meu maior sonho era conhecer uma banda famosa. Pode parecer engraçado e até inocente comparando com as minhas vontades e objetivos hoje em dia… Mas me dá uma saudade tão boa e principalmente um sentimento de proteção e dever cumprido.

Por que?

Simplesmente porque nessa idade (adolescência) esses sonhos parecem desprotegidos e surreais. 

Minha mãe podia me alertar sobre o quanto isso era um absurdo e que eles nem se

lembrariam de mim depois de tirar uma foto, mas não… Sabe o que ela fez?

Me dissera que seria difícil, mas que poderíamos tentar juntas… Fomos em todos os shows que aconteceram em São Paulo (e isso inclui a família toda vestida com a camiseta da banda), horas de fila (chegar 6h com o show as 20h) porque queríamos um ótimo lugar para chorar o show todo e não assistir nada :) . 

Uma banda cover com shows beneficentes que foi o auge da nossa parceria… 

E aí rolava uns medos, e se não tiver ninguém assistindo nossos shows?
Sem problemas, vamos ligar para a família toda ir nos assistir, até flores ganhávamos no final da apresentação.

Na época eu achava lindo e queria dividir tudo com ela, ter por perto porque ME ENTENDIA… Nunca deixei de estudar por isso, porque eu permitia que ela me desse limites, é isso que os amigos fazem né? E sempre fomos grandes amigas (e além disso ela era empresária da minha banda, motorista, maquiadora, cabeleireira, cambista, mesa de som, etc)… 

Hoje eu posso ver que ela foi MUITO MAIS… Minha mãe me ensinou que posso ter qualquer sonho, qualquer um mesmo. E ele pode parecer impossível no começo, mas eu posso contar com ela porque nós vamos realizar juntas.

Primeiro beijo? Liguei pra contar na hora. Prova de vestibular bem ou mal sucedida? Vamos comer Mc Donalds juntas e bola pra frente. Problemas com o chefe? O wpp rola o dia todo para me manter calma. Briga de namorados? Colo de mãe. 

O que ontem era conhecer uma banda, hoje é ser palestrante, influenciadora e mudar o mundo.  E não tenho dúvida nenhuma que ela vai me ajudar em todas as caminhadas. 

Agradeço todos os dias ao universo por ter me proporcionado uma melhor amiga no papel de mãe e queria que todo mundo tivesse a chance de sentir isso um dia. Te amo mami  

 

Marina Paduin Ferreira, 31 anos

"Minha mãe é mãe. É lar. É ninho com permissão pra partir sem medo de voltar. É meu abrigo e cuidado e amor incondicional. E, ainda acima de qualquer coisa, é minha melhor amiga, parceira. Você me faz melhor e maior. Cada conquista minha tem seu incentivo, você me torna invencível. Gratidão eterna ao universo por ter me gerado através de uma pessoa tão especial. Eu a amo com todo meu coração e espero ser metade do que você é, algum dia." 

 

Mariane Paduin Ferreira, 29 anos 

eu e filha do meio
eu e filho caçula

"Melhor amiga, melhor conselheira e melhor suporte. Amo você ❤❤❤ "

Antônio Carlos Ferreira Neto, 25 anos

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